Em 23 de agosto de 2018, uma ex-contadora da província de Guangdong foi julgada por enviar uma carta com informações sobre o Falun Dafa à um colega. Seu advogado declarou sua inocência em sua defesa.

O Falun Gong, também conhecido como Falun Dafa, é uma prática para aprimoramento da mente e do corpo perseguida pelo regime comunista chinês desde 1999.

Sra. Li Qinghua (Minghui.org)

A Sra. Li Qinghua, de 49 anos, começou a praticar o Falun Dafa em 1999, acreditando que a prática curaria sua depressão e outras doenças.

Desde o início da perseguição, ela foi submetida a uma repressão constante por falar abertamente sobre a prática; também perdeu o emprego e seu marido foi forçado a se divorciar dela.

Desde a sua última prisão, em 15 de agosto de 2017, ela ficou no Centro de Detenção do Distrito de Yuexiu por um ano, aguardando o julgamento no Tribunal Distrital de Haizhu, na cidade de Guangzhou.

Durante o julgamento, seu advogado sustentou que a carta que ela enviou ao seu colega, bem como outros materiais relacionados ao Falun Dafa confiscados em sua casa, não poderiam justificar a acusação de “minar a aplicação da lei sobre uma organização religiosa”, visto que o promotor não pode especificar qual a aplicação da lei teria sido burlada ou qual teria sido o dano causado pelas ações da Sra. Li.

Seu advogado também argumentou que nenhuma lei criminaliza o Falun Dafa na China, e que a liberdade de religião e de expressão de sua cliente consiste na prática do Falun Dafa e na divulgação de informações a respeito dele, o que constituem seus direitos constitucionais.

O juiz suspendeu a sessão sem dar um veredito.

A família da Sra. Li e os pais do ex-marido foram levados a julgamento; eles expressaram um profundo agradecimento pela defesa do advogado, que os ajudou a compreender que a Sra. Li não violou nenhuma lei e que é inocente por manter-se firme nas suas crenças.

Fonte: Minghui.org

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