Redação Bles – Em 1963, uma garota chamada Mary, escreveu uma carta para o Chicago Tribune. Ela expressou que não entendia por que só havia sido elogiada como “boa menina” quando ajudou a mãe a preparar biscoitos e colocá-los na mesa. Por outro lado, David, seu irmão, que não fizera nada e era sempre travesso, recebera um biscoito. Por isso, ela queria perguntar ao Sr. Kuester, o escritor da coluna KidNews do Chicago Tribune, se Deus era realmente justo. Por que ela via tantas crianças boas como ela mesma sendo esquecida por Deus em casa e na escola?

Nos últimos dez anos, ele recebeu milhares de cartas de crianças fazendo perguntas sobre por que Deus não aparecia para recompensar pessoas boas e punir pessoas más. Sempre que ele encontrava essas cartas, ele sempre se sentia muito reflexivo porque não sabia como responder a essas perguntas.

Na época em que ele estava perplexo sobre como ele deveria responder à carta da jovem Mary, um amigo o convidou para um casamento. Ele ficaria grato por esta ocasião pelo resto de sua vida, pois foi nesse casamento que encontrou a resposta que o tornaria mundialmente famoso.

Ele lembrou o casamento da seguinte forma: Depois que o padre terminou o ritual, a noiva e o noivo trocaram alianças. Talvez fosse porque ambos estavam imersos em felicidade ou estavam muito animados, de qualquer forma, eles cometeram um erro ao colocar os anéis na mão direita um do outro. Quando o padre viu isso, ele lembrou com humor: “A mão direita já está perfeita o suficiente. Acho que vocês deveriam usá-las para decorar a mão esquerda”. O Sr. Kuester disse que foi essa resposta humorística feita pelo padre que o inspirou.

Ser a mão direita já é uma coisa extremamente maravilhosa para essa mão, então não há necessidade de adicionar decorações a ela. Da mesma forma, uma pessoa moral é frequentemente ignorada porque já está bem. Mais tarde, o Sr. Kuester chegou a essa conclusão: “Deixar a mão direita se tornar a mão direita é a mais alta recompensa de Deus. Da mesma forma, tornar-se uma pessoa boa é também a maior recompensa que Deus deu àquela pessoa”.

Depois de chegar a esse entendimento, o Sr. Kuester ficou muito animado. Ele imediatamente respondeu a Maria com uma carta intitulada “Fazer de você um bom filho é a maior recompensa de Deus para você”. Logo após essa carta ter sido publicada no Chicago Tribune, mais de mil jornais nos EUA e na Europa a reimprimiram. Depois disso, foi reimpressa a cada ano durante o dia da criança.

Não muito tempo atrás, um chinês encontrou essa carta impressa em algum lugar. Depois de lê-la, ele deixou uma mensagem na homepage do Chicago Tribune via internet dizendo: “Há um velho ditado na China: ‘Fazer boas ações é recompensado, enquanto fazer maldades receberá punição. Só porque o tempo ainda não chegou, não significa que não haja retribuição. Eu estava confuso sobre o porquê  de uma pessoa má nunca receber retribuição, mas agora eu finalmente entendi: Fazer dela uma pessoa má é a punição que Deus lhe deu”.

[Recomendado por um leitor e reproduzida do Yangcheng Evening News na China]
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