O casal de idosos que caiu a poucos quilômetros da passagem internacional do Cardeal Antonio Samoré nunca teria chegado a Villa La Angostura, como haviam planejado.

Presume-se que a polícia de Neuquén, que investiga o fato que causou a morte de Jorge León Parro, 83, e deixou Paula Aresti Astica, 82 anos, seriamente ferida.

O casal partiu do hotel Termas de Puyehue para a aldeia transandina com a intenção de almoçar, mas não o teria concluído, desbloqueando seu carro no quilômetro 11,7 da Rota 231, a poucos passos da alfândega argentina.

O veículo caiu por um barranco de pelo menos 25 metros, sendo coberto por vegetação, o que tornou sua localização mais complexa. Segundo a imprensa argentina, da polícia presume-se que eles nunca teriam chegado a Villa La Angostura, como haviam planejado, já que o veículo foi encontrado ao lado da estrada que vai para a Argentina, não retornando.

De acordo com o chefe da delegacia de polícia 28 da Polícia de Neuquén, o grande número de curvas poderia ter levado León Parro a perder o controle do jipe que dirigia.

Paula Aresti Astica continua internada em Bariloche, onde, segundo a equipe médica, teve que ser induzida a um coma, embora no momento em que foi encontrada estava consciente. Apesar de não sofrer fraturas ou traumatismos em órgãos vitais, a hipotermia, a desidratação e a insuficiência renal que ela apresentou forçaram tal medida.

Confirmou-se que o Ministério Público assumiu o controle do caso e ordenou a entrega do corpo de Jorge Leão Parro a seus familiares, que estão em Bariloche, para o repatriamento ao Chile.

Através de: Bío Bío Chile.

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